Chega! Não dá mais para ignorar os vídeos curtos! Recentemente, uma notícia internacional pegou muita gente de surpresa. O TikTok passou o YouTube em média de tempo de tela nos Estados Unidos e no Reino Unido. E está na hora de amadurecermos que a questão não é a “dancinha”, mas, o contexto do conteúdo.

No Brasil o YouTube Shorts, vídeos verticais, com até 1 minuto de duração, também ganharam destaque dentro da maior rede mundial de vídeos. No mês de junho, Adam Mosseri, CEO do Instagram disse que o negócio da rede não é mais fotos, mas vídeos curtos e entretenimento, destacando o formato do Reels. No mês seguinte, o Pinterest colocou para rodar o Idea Pins.

O TikTok é a 6ª rede social mais acessada do Brasil e a 5ª do mundo, passando da marca de 1,1 milhão de usuários. E para engrossar o caldo, a rede Kwai chegou por aqui em novembro de 2020 e desde abril, tem feito um trabalho intenso com criadores de conteúdo. Só o Kwai tem 35 milhões de usuários ativos no país. Sendo 69% acima de 18 anos, 95% de usuários Android, 53% feminino e 47% masculino.

O que tudo isso quer dizer

Você precisa encontrar o seu tom e produzir vídeos. Não, não é preciso dançar, mas, é importante entregar um conteúdo que converse com a sua audiência. O que as pessoas esperam de você? Um cover? Um dueto com algum fã que acompanha sua música? Uma dica prática? Um devocional?

Reflita sobre seus objetivos na Internet e alinhe sua produção de vídeos. Um ponto de partida importante é analisar o tempo de visualização dos seus vídeos no YouTube. Algumas vezes, em um vídeo de 10 minutos, a taxa de retenção (tempo assistido do vídeo) é menor que 20% e há uma ilusão em relação ao número total de visualizações.

O consumo dos vídeos curtos são um sinal de que nem sempre nossos conteúdos são tão bons assim. E você? Já tem publicado vídeos nestas outras plataformas?