Uma pesquisa da Lifeway Research revelou um dado positivo para a igreja mundial. O estudo diz que 86% dos cristãos estão orgulhosos com o desempenho de suas congregações durante a pandemia de Covid-19.

Depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o coronavírus um problema global, as igrejas precisaram se adequar ao ambiente digital. Em resposta a essa adaptação, os participantes da pesquisa disseram que os líderes driblaram bem os impactos durante todo esse período.

A Lifeway Research conversou com 1.000 protestantes americanos entre os dias 5 e 18 de fevereiro e apenas 12% desse total disse que “estão envergonhados” com a ação de suas igrejas. Neste grupo, os  jovens de 18 e 19 anos são os que mais criticaram suas congregações.

Para Scott McConnell, diretor-executivo do instituto de pesquisa, “os pastores ouviram sua parte de questionamentos sobre como lidaram com a resposta de sua igreja à Covid-19”. Apesar de algumas avaliações não serem positivas, a maioria dos fiéis estão felizes com suas igrejas.

Outra informação importante se refere aos eventos presenciais. Os dados mostram que 51% dos membros não compareceram a nenhum encontro pessoalmente na igreja em 2021. Isso porque as atividades, entre cultos e reuniões, aconteceram principalmente de forma virtual.

A pesquisa diz que apenas 1 em cada 10 igrejas protestantes tiveram cultos presenciais no final de março e abril, desde que a pandemia começou. Depois houve um aumento entre junho e setembro, reduzindo novamente no início deste ano devido aos protocolos de saúde.

Segundo a Lifeway Research, 85% das igrejas dos respondentes fizeram transmissões ao vivo, 76% tiveram vídeos pré-gravados e 52% ofereceram estudos bíblicos online. Em meio às várias inovações, 39% das congregações tiveram serviços ao ar livre e 30% usaram o drive-in.

Para esse tipo de atividade, mais da metade (58%) dos membros relataram ter participado. Em relação aos cultos de adoração em drive-in, esse número também chegou a maioria (56%), sendo eles jovens adultos de 18 a 19 anos. Já entre as pessoas acima de 50 anos, a participação presencial foi menos ativa porque preferiram acompanhar de casa.

McConnell afirmou que, apesar das opções de participação, não se pode dizer que os membros estão ‘felizes o tempo todo’. No entanto, ele destacou que, de acordo com essa variedade, “a maioria dos fiéis participou em algum momento do que sua igreja oferecia”.

 

Fonte: Com informações do Christianity Daily