“Eu sou a porta” (João 10:9)

A humanidade do Nosso Senhor Jesus Cristo é o acesso que temos ao pai; “Eu sou a porta” (João 10:9); “Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Só o Filho Jesus conhece ao Pai e só Ele pode nos dar a conhecer o Pai Nosso (Mateus 11:27). Jesus é sem dúvida, um ser humano, filho de Abraão, que viveu no tempo dos Césares. No curto espaço da sua vida terrestre, marcou indelevelmente a história humana.

Jesus não é um ser de ficção, um personagem inventado. Mas também não é somente um ser definido pelo espaço e pelo tempo, contido nos limites da história. Ele é fonte da nossa fé. A nossa fé não o diviniza, mas proclama a sua divindade: Jesus Cristo é o Senhor (Filipenses 2:11). Ele é o Salvador (Atos 13:23)

A unidade da primeiríssima geração cristã foi constituída por ação do Espírito da Promessa, na fidelidade em relatar as “coisas que Jesus fez”, (Atos 1:1). Enquanto o Antigo Testamento insiste que Deus é Espírito, e não tem imagem, e d’Ele não se pode pintar, esculpir, fundir, modelar imagens, agora vimos a imagem de Deus, Jesus. Paulo nos recorda que Jesus – o Filho – é a “Imagem de Deus invisível” (Colossenses 1:15), o que não surpreende, pois todos nós mulheres e homens, somos imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26 e 27).

Por tudo isso, João insiste em dizer que “viu, ouviu, tocou com as mãos o Verbo da Vida”, Jesus (I João 1:4). Lucas, em Atos 10:41, nos comove lembrando que as testemunhas comeram e beberam com Cristo Jesus.

Na última Ceia, Jesus insistiu na sua perfeita identidade com o Pai: “Quem me vê, vê o Pai” (João 14:9). O autor da carta aos Hebreus abre o seu texto com essa proclamação entusiasta e jubilosa: “O Filho é a irradiação da Glória de Deus, a expressão exata do Seu Ser” (Hebreus 1:3).

Meditação:
Que cada pessoa escolha experimentar a experiência de nascer de novo. Peço amar esta pequena criança, da tal modo que minha vida seja direcionada para servi-la. “Os pastores ouvem a notícia que os anjos lhe dão. Eles se apressam para encontrar Maria, José e o menino. Então, eles regressam ao seu trabalho glorificando a Deus” (Lucas 2:8 a 20).
“Os três Reis seguem a estrela para adorar a Jesus. Eles adoram-no e lhe oferecem presentes. Avisados por sonho, regressam a seu país por outro caminho” (Mateus 2:1 a 12).

Desse esforço individual de buscar a Cristo, depende a humanidade, para uma vida mais saudável e equilibrada, até que se estabeleça a paz e a harmonia em nosso planeta e então, ver-se-á surgir um mundo novo, a nova Jerusalém.

“Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia. Eu vi descer o céu, de junto de Deus, a cidade santa, a nova Jerusalém, como uma esposa ornada para esposo” (Apocalipse 21:1 e 2).

 

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